16 - ÚLTIMA ESPERANÇA
Nos ramos, vê-se, aqui e ali,
algumas folhas coloridas;
em frente às árvores eu fico
com tantas ideias perdidas.
Fico a olhar para uma folha,
aí ponho a minha esperança;
o vento brinca com a folha
e treme a minha confiança.
Mas ai! que a folha cai então
e a esperança assim coitada;
eu próprio vou com ela ao chão
chorar a esperança arrasada.
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