terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

16 - ÚLTIMA ESPERANÇA

Nos ramos, vê-se, aqui e ali,
algumas folhas coloridas;
em frente às árvores eu fico
com tantas ideias perdidas.

Fico a olhar para uma folha,
aí ponho a minha esperança;
o vento brinca com a folha
e treme a minha confiança.

Mas ai! que a folha cai então
e a esperança assim coitada;
eu próprio vou com ela ao chão
chorar a esperança arrasada.

Sem comentários:

Enviar um comentário